O novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, estará em Manaus, nesta quinta-feira (13), cumprindo programação da chamada “Caravana da Dengue”, que percorrerá 16 estados brasileiros. Padilha deverá se reunir com os secretários estadual e municipal de Saúde, Wilson Alecrim e Francisco Deodato, que detalharão as medidas que estão sendo executadas pelo Governo do Estado e Prefeitura de Manaus, para o combate à doença.
Em Manaus, segundo Francisco Deodato, o ministro vai encontrar, já em funcionamento, o mesmo modelo que o Governo Federal passará a adotar no combate à doença em todo o País, que são as parcerias institucionais. “Esse modelo foi construído em especial para o trabalho de combate à dengue e malária e está em perfeita sintonia com o que foi anunciado pelo Governo Federal”, afirmou Francisco Deodato.
Na manhã desta terça-feira (11), após reunião com a presidente Dilma Roussef, Padilha anunciou um plano de ações para combater a dengue no País, que prevê a união de esforços de oito ministérios, atuando de forma coordenada com as secretarias estaduais e municipais de saúde. Em Manaus, as ações de combate à dengue e à malária executadas pela Prefeitura são coordenadas pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), mas contam com envolvimento direto de vários outros órgãos do município, como o de Meio Ambiente (Semmas), de Limpeza Pública (Semulsp) e de Educação (Semed). No caso da “Operação Impacto de Combate à Dengue”, as ações têm também a parceria do Governo do Estado, por meio da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) e do Corpo de Bombeiros, e de instituições como as Forças Armadas.
“Não temos dúvida de que, em Manaus, foi com a construção desta sólida parceria e da adesão irrestrita da população, que se conseguiu manter a cidade livre de uma epidemia de dengue em 2009 e em 2010”, afirmou Francisco Deodato. O titular da Semsa elogiou a decisão do Governo Federal de apostar no modelo de parceria institucional para enfrentar o risco de epidemia de dengue.
Mapa de risco
Em Manaus, segundo Francisco Deodato, o ministro vai encontrar, já em funcionamento, o mesmo modelo que o Governo Federal passará a adotar no combate à doença em todo o País, que são as parcerias institucionais. “Esse modelo foi construído em especial para o trabalho de combate à dengue e malária e está em perfeita sintonia com o que foi anunciado pelo Governo Federal”, afirmou Francisco Deodato.
Na manhã desta terça-feira (11), após reunião com a presidente Dilma Roussef, Padilha anunciou um plano de ações para combater a dengue no País, que prevê a união de esforços de oito ministérios, atuando de forma coordenada com as secretarias estaduais e municipais de saúde. Em Manaus, as ações de combate à dengue e à malária executadas pela Prefeitura são coordenadas pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), mas contam com envolvimento direto de vários outros órgãos do município, como o de Meio Ambiente (Semmas), de Limpeza Pública (Semulsp) e de Educação (Semed). No caso da “Operação Impacto de Combate à Dengue”, as ações têm também a parceria do Governo do Estado, por meio da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) e do Corpo de Bombeiros, e de instituições como as Forças Armadas.
“Não temos dúvida de que, em Manaus, foi com a construção desta sólida parceria e da adesão irrestrita da população, que se conseguiu manter a cidade livre de uma epidemia de dengue em 2009 e em 2010”, afirmou Francisco Deodato. O titular da Semsa elogiou a decisão do Governo Federal de apostar no modelo de parceria institucional para enfrentar o risco de epidemia de dengue.
Mapa de risco
O Ministério da Saúde (MS) apresentou, nesta terça-feira, o novo mapa de risco da dengue, relacionando 16 estados brasileiros em risco de epidemia, dentre eles o Amazonas. Segundo informações do ministro Padilha, a lista é preventiva e fazem parte dessa relação até mesmo estados que já estão saindo da situação de risco. “Neste ano, estamos nos antecipando”, afirmou o ministro.
O MS também relacionou 24 cidades com possibilidade de surto de dengue, de acordo com o último Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa). Manaus não está incluída entre essas cidades. Mas é considerada, junto com mais 153 municípios brasileiros, “em situação de alerta”, ainda levando-se em conta o resultado do LIRAa. Em situação de alerta estão as cidades com índice de infestação pelo mosquito da dengue de 1% a 3,9%. Manaus tem 1,5%.
Quando leva em consideração outros critérios além do LIRAa, o Ministério da Saúde traça um mapa diferenciado, que coloca Manaus entre os 70 municípios “prioritários”, considerados de “alto risco” de surto de dengue e que merecem atenção especial do governo federal. A ampliação dessa categoria é uma medida preventiva do MS, que visa mobilizar as cidades brasileiras em torno do tema. Os critérios considerados foram, dentre outros, incidência atual de casos; incidência de casos nos anos anteriores e sorotipos em circulação.
No caso de Manaus, além das condições propícias da região para a proliferação do mosquito da dengue, a cidade registrou, no último dia 3, com base no resultado de análises feitas no laboratório do Instituto Evandro Chagas, de Belém (PA), o primeiro caso de dengue tipo 4 (DENV-4).
O DENV-4 não circulava no país há 28 anos, mas voltou a ser identificado em meados do ano passado, em Boa Vista (RR). Em Roraima existem 10 casos de dengue tipo 4. Devido ao longo tempo sem a presença DENV-4 no Brasil, a população não tem imunidade a esse tipo da dengue, o que amplia os riscos de uma epidemia da doença, relacionada a esse sorotipo.
Desde o dia 14 de dezembro, como parte do calendário anual das ações de combate à dengue, a Prefeitura de Manaus, em parceria com o Governo do Estado e as Forças Armadas, já vinha executando a chamada “Operação Impacto de Combate à Dengue”, que é deflagrada anualmente, no período chuvoso, mais propício à proliferação das larvas do mosquito transmissor da doença (o Aedes aegypti). O anúncio da presença do DENV-4, levou as secretarias municipal e estadual de Saúde a reforçarem as atividades da operação e adotarem medidas relacionadas ao manejo clínico dos pacientes com suspeita de dengue, para monitorar o surgimento de possíveis novos casos da doença.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Semsa
O MS também relacionou 24 cidades com possibilidade de surto de dengue, de acordo com o último Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa). Manaus não está incluída entre essas cidades. Mas é considerada, junto com mais 153 municípios brasileiros, “em situação de alerta”, ainda levando-se em conta o resultado do LIRAa. Em situação de alerta estão as cidades com índice de infestação pelo mosquito da dengue de 1% a 3,9%. Manaus tem 1,5%.
Quando leva em consideração outros critérios além do LIRAa, o Ministério da Saúde traça um mapa diferenciado, que coloca Manaus entre os 70 municípios “prioritários”, considerados de “alto risco” de surto de dengue e que merecem atenção especial do governo federal. A ampliação dessa categoria é uma medida preventiva do MS, que visa mobilizar as cidades brasileiras em torno do tema. Os critérios considerados foram, dentre outros, incidência atual de casos; incidência de casos nos anos anteriores e sorotipos em circulação.
No caso de Manaus, além das condições propícias da região para a proliferação do mosquito da dengue, a cidade registrou, no último dia 3, com base no resultado de análises feitas no laboratório do Instituto Evandro Chagas, de Belém (PA), o primeiro caso de dengue tipo 4 (DENV-4).
O DENV-4 não circulava no país há 28 anos, mas voltou a ser identificado em meados do ano passado, em Boa Vista (RR). Em Roraima existem 10 casos de dengue tipo 4. Devido ao longo tempo sem a presença DENV-4 no Brasil, a população não tem imunidade a esse tipo da dengue, o que amplia os riscos de uma epidemia da doença, relacionada a esse sorotipo.
Desde o dia 14 de dezembro, como parte do calendário anual das ações de combate à dengue, a Prefeitura de Manaus, em parceria com o Governo do Estado e as Forças Armadas, já vinha executando a chamada “Operação Impacto de Combate à Dengue”, que é deflagrada anualmente, no período chuvoso, mais propício à proliferação das larvas do mosquito transmissor da doença (o Aedes aegypti). O anúncio da presença do DENV-4, levou as secretarias municipal e estadual de Saúde a reforçarem as atividades da operação e adotarem medidas relacionadas ao manejo clínico dos pacientes com suspeita de dengue, para monitorar o surgimento de possíveis novos casos da doença.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Semsa
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