segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Vanessa firma compromisso com mães e pais de autistas


Em encontro, na semana passada, com mães e pais de autistas, Vanessa defendeu que já é hora do próximo prefeito fazer valer o que consta no decreto de 3 de novembro de 2010, que cria o Centro Municipal de Assistência Social, Educação e Saúde à Pessoa com Autismo. “Temos de acabar com essas leis só no papel, isso é um desrespeito”, destacou a candidata.

Mães e pais de autistas aplaudiram emocionados a assinatura da candidata à prefeitura da Coligação Melhor pra Manaus (PCdoB, PMDB, PP, PSD, PSL, PT, PTN e PV) em um documento com reivindicações ignoradas há anos. “Eu estou assinando embaixo e vamos mandar um vídeo gravado para vocês com essa reunião. Isso não é promessa, é meu compromisso com vocês”, disse Vanessa.

O documento, entregue pelo Instituto Autismo no Amazonas, lista propostas em caráter emergencial, como a realização de um mutirão de neuropediatria infantil para que os pais de 20 a 30 crianças autistas possam ter diagnóstico dessas crianças para conseguir laudo médico para solicitar benefício do INSS.

O vereador Marcel Alexandre (PMDB), que organizou o encontro da candidata com o Instituto, destacou que Vanessa é a única dos candidatos que pode firmar compromisso e dar a certeza de honrar. “A ação conjunta de Vanessa com os governos federal e estadual vai viabilizar todos os compromissos de campanha”.

Pela manhã, Vanessa e seu vice, Vital Melo, fizeram caminhada pelo bairro da Raiz, na zona sul de Manaus. Os moradores reclamam da Unidade Básica de Saúde do bairro, que não tem rotina para abrir. “Eles abrem quando querem e nunca tem medicamos por aqui”, disse o pintor Elcimir Lopes Custódio, de 35 anos.

A estudante Valdilene Teixeira Serrão, de 18 anos, irmã do cadeirante Eduardo Serrão, contou que um dos principais problemas para a família é enfrentar um bairro sem calçadas. “Meu irmão estuda à noite, na Betânia, e anda com sua cadeira aos trancos e barrancos por 3 quilômetros todos os dias”, contou.

Outro problema no bairro é a falta de água constante, e um poço artesiano comunitário que não é aberto a todos. “Precisamos de água nas torneiras todos os dias, já que pagamos o mês inteiro e não temos alternativa no poço”, disse a doméstica Bety Suely Caridade, de 40 anos, moradora há 15 na Raiz.
 
 
Fonte: Site de Vanessa

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